Vale do Jequitinhonha


 
 

NEEM

 

O Nim - Azadirachta indica - um Inseticida Natural


Sueli Souza Martinez - Pesquisadora


Introdução O nim pertence à família Meliaceae, que apresenta diversas espécies de árvores conhecidas pela madeira de grande utilidade, como o mogno, o cedro, a santabárbara, ou cinamomo, o cedrilho, a canjerana, a triquília, etc. É originário do Sudeste da Ásia e é cultivado em diversos países da Ásia, em todos os países da África, na Austrália, América do Sul e Central. É usado há séculos na Ásia, principalmente na Índia, como planta medicinal. Tem diversos usos, em especial antiséptico, curativo ou vermífugo; é utilizado no preparo de sabões medicinais, cremes e pastas dentais. A árvore é usada para sombra e possui madeira de qualidade para a produção de móveis, onstrução, batentes e portas, caixas e caixotes, lenha, carvão,etc.Seu uso como inseticida se tornou bem conhecido nos últimos 30 anos, quando seu principal composto, a azadiractina, foi isolado. A molécula da azadiractina é muito complexa e ainda não pôde ser sintetizada; assim, todos os produtos que contêm azadiractina são produzidos por extração da planta (Foto: Nim proveniente das Filipinas, plantada no IAPAR em 1987).
Os inseticidas naturais de nim são biodegradáveis, portanto não deixam resíduos tóxicos nem
contaminam o ambiente.Possuem ação repelente, anti-alimentar, reguladora de crescimento e
inseticida, além de acaricida, fungicida e nematicida. Por sua natureza, os extratos de nim são mundialmente aprovados para uso em cultivos orgânicos.A planta possui mais de 50 compostos terpenóides, a maioria com ação sobre os insetos. Todas as partes da planta possuem esses compostos tóxicos, porém é no fruto que se encontra a maior concentração. Esses compostos são solúveis em água e podem ser preparados de maneira simples e barata, por pequenos e médios produtores. Outras espécies de meliáceas têm propriedades semelhantes. Entretanto, seus extratos são mais tóxicos aos  ertebrados e são menos eficazes contra os insetos. Os extratos de nim são
praticamente inócuos aos vertebrados e ao homem. A Árvore Originária de clima tropical, a planta se desenvolve bem em temperaturas acima de 20ºC, em solos bem drenados, não ácidos e altitudes abaixo de 700 m. Nessas condições, pode iniciar a produção de frutos em cerca de dois anos, podendo atingir 10 kg de semente seca/planta, sendo que cada quilograma de sementes secas contém aproximadamente 3000 sementes. No Brasil, as primeiras introduções realizadas para pesquisa do nim como inseticida foram realizadas pelo IAPAR, em Londrina PR, em 1986 com sementes originárias das Filipinas. Em continuidade ao projeto, em 1989 e 1990, material oriundo da Índia, Nicarágua e República Dominicana foi plantado em Londrina, Paranavaí PR (região mais quente e arenosa), Jaboticabal SP e Brasília DF, para avaliação de desenvolvimento.
Nos anos noventa, principalmente nos últimos cinco anos, as propriedades da planta se tornaram mais conhecidas no País, dando-se início ao plantio de áreas comerciais em São Paulo, Goiás, Mato Grosso, Pará e outros. Esses estados apresentam clima favorável seu cultivo, esperando-se portanto produções próximas ao obtido nos países de origem. Em condições menos adequadas, como as do Norte do Paraná, com clima subtropical, as plantas se desenvolvem mais lentamente, iniciando a produção de frutos após cerca de seis anos, atingindo a produção máxima de 3 a 4 kg de semente seca/planta após 10 anos do plantio (dados obtidos no IAPAR).
O IAPAR está trabalhando para conseguir plantas mais adaptadas às condições subtropicais. Em 1998, foi realizada a enxertia de nim sobre o cinamomo, Melia azedarach, que tem excelente desenvolvimento e alta produção de frutos no Sul do Brasil. O pegamento do enxerto foi muito bom e há hoje 150 plantas enxertadas em duas estações experimentais do IAPAR para avaliação, com florescimento já no primeiro ano.

Plantio e Condução


As sementes devem ser plantadas o mais rápido possível, dado que o poder germinativo, de cerca de 80%, se reduz em cerca de dois meses a praticamente zero. Sementes mantidas em geladeira podem manter o poder germinativo por mais tempo.
As mudas podem ser feitas em sacos plásticos, mantendo-se boa irrigação durante seu desenvolvimento. As sementes germinam após duas semanas. Ao atingir 50 cm, após cerca de três meses, a planta pode ser transplantada para o campo.
O espaçamento recomendado para o plantio do nim é variável, já que o desenvolvimento da planta depende das condições de solo e clima, sendo necessário que toda a copa receba a luz do sol.
Assim o espaçamento deve permitir boa insolação. No Brasil recomenda-se de 5 a 8 m entre árvores, com o maior espaçamento nas regiões mais quentes. Deve-se conduzir o tronco sem ramos até 1,5 m de altura e os ramos devem ser podados regularmente. O ponteiro apical pode ser cortado quando a planta alcançar 4 a 6 m, de modo que a árvore não atinja um tamanho muito grande e apresente uma copa bem desenvolvida. Desse modo a produção de frutos é maior e a colheita é facilitada.


Modo de Ação


A ação dos extratos de nim sobre insetos é bastante variável de espécie para espécie. Há registro de ação sobre mais de 300 espécies. A maior parte das investigações foi feita em laboratório, sendo necessários mais estudos para poder se determinar com maior segurança quais as pragas pode controlar, as doses, freqüência de aplicação, etc.
De modo geral a azadiractina afeta o desenvolvimento dos insetos de diferentes modos. Pela sua semelhança com o hormônio da ecdise (processo que possibilita ao inseto trocar o esqueleto externo e, assim poder crescer), perturba essa transformação e, e m altas concentrações pode impedí-la, causando a morte do inseto. Por essa razão, as formas jovens de insetos são mais fáceis de controlar. Não causa a morte do inseto imediatamente, dado o seu efeito fisiológico, porém, além de afetar a ecdise, reduz o consumo de alimento, retarda o desenvolvimento, repele os adultos e reduz a postura nas áreas tratadas. Também tem maior ação por ingestão, de modo que os insetos mastigadores são mais facilmente afetados.
As espécies mais facilmente controladas são as lagartas, pulgões, cigarrinhas, besouros mastigadores. Resultados de pesquisa do IAPAR mostraram efeitos letais e deformidades em larvas e pupas de lagarta-do-cartucho do milho, curuquerê do algodoeiro, ácaros e bicho-mineiro, cochonilhas e redução de postura em bicho-mineiro, broca-do-café e mosca branca. Em testes com a joaninha, inimigo natural de pulgões, extratos de nim não causaram morte dos adultos e sua ação sobre as larvas foi mediana para uma espécie e inócua para outra, não reduzindo sua voracidade, o que comprova seu potencial para uso em associação com inimigos naturais contra as pragas.
O uso de folhas misturadas ao alimento do gado ou a aplicação de extratos das folhas ou sementes no dorso dos animais tem sido indicado para controle de carrapato e mosca do chifre. No Brasil se usam 5l de solução a 2% do óleo emulsionável ou 2,5-5% do extrato da folha, por animal. O óleo também pode ser encontrado na forma pour-on, indicando-se 10 ml/100kg peso vivo de animal.
Nos países onde o óleo é extraído também se prepara a pomada, feita com os resíduos da extração do óleo, que pode ser utilizada no controle de sarna em animais e outras infecções da pele.


Preparo de Extratos


Os extratos podem ser preparados com a simples trituração das sementes ou frutos frescos, em água, deixando-se a mistura descansar por 12 horas e filtrando-se o líquido e pulverizando-se sobre as áreas infestadas. O mesmo procedimento pode ser usado para folhas, frescas ou secas, embora a azadiractina aí ocorra em menor concentração.
O óleo inseticida é extraído pela prensagem das sementes, obtendo-se no máximo 47% de óleo,
que contém cerca de 10% da azadiractina existente no fruto. A torta restante é, pois, muito rica em azadiractina, tem efeito nematicida e serve como adubo orgânico. Pode, também, ser secada e
utilizada posteriormente para preparo de extratos inseticidas, em mistura com água e filtração.
Para se armazenar sementes para preparar o extrato posteriormente, os frutos devem ser colhidos, secos ao sol por dois a três dias, e mais uns dois dias à sombra por dois dias e despolpados manualmente em água ou utilizando-se despolpadeira com café. Deixa secar bem e armazena, de preferência a baixa temperatura. As sementes que serão plantadas podem ser preparadas da mesma forma.


Doses


Ainda não há informações detalhadas sobre doses específicas para cada inseto. Entretanto, de modo geral, as seguintes doses têm apresentado eficácia no controle principalmente de pragas de hortaliças:
* Óleo emulsionável: 5 ml/litro água
* Sementes secas: 30 a 40 g /litro água
* Folhas secas: 40 g a 50 g / litro água



Categoria: meio ambiente
Escrito por tomanoze às 10h44
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BIODIVERSIDADE

BIODIVERSIDADE OFERECE OPORTUNIDADE PARA CONTROLE BIOLOGICO

 

O interesse pelos programas de controle biológico de pragas tem crescido consideravelmente no mundo em função do novo direcionamento internacional da produção agrícola de favorecer a conservação e o uso sustentável dos recursos biológicos, requisitos básicos da Convenção da Biodiversidade.
Políticas internacionais demandam fortemente alternativas para os agrotóxicos, e a utilização de inimigos naturais de pragas é uma alternativa promissora.
O Brasil é um dos poucos países do mundo detentores da chamada megadiversidade biológica, ou seja, de ecossistemas importantes ainda íntegros.
Essa biodiversidade pode oferecer uma oportunidade ímpar para o controle biológico de pragas no país, como também, em outros países do mundo, com a identificação de novos organismos vivos com potencial de serem utilizados no controle biológico.
Os inimigos naturais são de grande importância para agricultura sustentável, e podem, freqüentemente, substituir ou reduzir a necessidade de utilização dos agrotóxicos, sendo um importante
componente no manejo ecológico de pragas. A tendência do uso do controle biológico de pragas é aumentar consideravelmente no âmbito global, atendendo às demandas internacionais na utilização de práticas agrícolas menos agressivas ao meio ambiente.
No Brasil o controle biológico é utilizado desde a década de 20, sempre com a atuação pioneira do Instituto Biológico.
O primeiro relato de controle natural foi feito em 1924, quando apareceu a chamada broca do café nas lavouras paulistas. O Instituto Biológico identificou a praga e trouxe o primeiro método de controle ecológico para o Brasil.
A vespinha de Uganda foi usada com sucesso no combate à broca do café.
Esse foi apenas o primeiro passo para a evolução do controle biológico no País.
Surgiram várias pesquisas e novos agentes de combate a pragas foram estudados. Hoje o Brasil tem importantes programas de controle biológico. Um dos projetos em destaque é o controle microbiano que representa uma área do controle biológico que trata da utilização de bactérias, vírus, fungos e nematóides no combate a pragas e doenças que atacam culturas de importância econômica, como a cana-de-açúcar.
Entre os agentes de controle microbiano de insetos que estão sendo utilizados no País destacam-se os fungos Metarhizium anisopliae, Beauveria bassiana e Sporothrix insectorum, os agentes de natureza viral Baculovirus anticarsia, Baculovirus erinnys e Baculovirus spodoptera e os produtos à base das bactérioas Bacillus thurigiensis e Bacillus sphaericus.
Bons resultados têm sido obtidos com o controle de cigarrinha da cana-de-açúcar com o fungo Metharizium anisopliae, em especial no nordeste do Brasil, onde o inseto ataca as folhas.
Em São Paulo, de acordo com o pesquisador do Instituto de Economia Agrícola Dr. Alceu Veiga Filho, a plena mecanização do processo produtivo da cana-de-açúcar, representa um avanço tecnológico essencial para a redução de custos. Porém, no processo de difusão existem algumas dificuldades, decorrentes da complexidade dos fatores envolvidos, que vão da necessidade de adoção de nova sistemática de planejamento da lavoura, adequando-a ao corte mecanizado, à restrição de solos aptos e à estratégia determinada pelas empresas produtoras das máquinas. Além disso, com a mudança radical na cultura por meio da eliminação de queimada da cana e da adoção do corte mecanizado, ocorre o aumento significativo da matéria orgânica depositada no solo, influenciando diretamente a ocorrência de pragas e doenças, tais como: Migdolus spp., cupins, formigas cortadeiras, cigarrinhas, fungos, bactérias, nematóides e plantas daninhas infestantes. O que reafirma a necessidade de pesquisas que possam aprimorar o controle biológico de pragas e doenças.
Segundo o Dr. José Eduardo Marcondes de Almeida, Pesquisador Científico, que atua no Laboratório de Controle Biológico em Campinas-SP, o ataque das ninfas e adultos da cigarrinha provoca danos visíveis à lavoura, com colmos de cana mais finos e até mortos, causando redução de até 60% de peso e, principalmente, do teor de sacarose, devido à contaminação por toxinas e microrganismos, provocando perdas na produção de açúcar e de álcool.
O Instituto Biológico aprimorou, também, a técnica para controle da cigarrinha das raízes de cana-de-açúcar em São Paulo.
O trabalho desenvolvido pelo Instituto permitiu a utilização de novas cepas do fungo, mais efetivas no controle do inseto e hoje é difundida para produtores, empresas interessadas na produção de formulações comerciais.

Segundo o Dr. Antonio Batista Filho, Diretor Geral do Instituto Biológico, o controle biológico com microrganismos é um dos principais componentes do manejo integrado de cigarrinhas. Por isso, o Instituto Biológico tem transferido, com apoio da FundAg, a tecnologia de multiplicação do fungo Metarhizum, utilizado no controle da cigarrinha em cana-de-açúcar, para o setor privado, viabilizando o estabelecimento de novos laboratórios de produção do fungo, além de acompanhar e monitorar a qualidade do produto final. Em, pelo menos, 160 mil hectares de cana-de-açúcar do Estado de São Paulo, já está sendo utilizado o controle de cigarrinhas, representando economia e redução de aplicação de defensivos químicos. A implantação do projeto reduziu em 3.238 toneladas o uso de produtos químicos no período de 2002/2003.
O custo médio de tratamento utilizando defensivos químicos é de R$160,00/ha.
O gasto com controle biológico cai para, apenas, R$40,00/ha, em média. Redução de R$ 120,00/ha.

A FundAg disponibilizará em maio vídeo técnico sobre o controle biológico de pragas e que detalha o controle da cigarrinha das raízes em cana-de-açúcar segundo a tecnologia estabelecida pelo Instituto Biológico. (FONTE IMFORMATIVA FUNDAG-www.fundag.br)



Categoria: meio ambiente
Escrito por tomanoze às 09h54
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

FABRICA DE FARINHA DA COMUNIDADE RURAL DE URUÇU, UM SONHO QUE SE TORNOU REALIDADE NA ADMINISTRAÇÃO DO PREFEITO SOLANO DE BARROS EM PONTO DOS VOLANTES-VALE DO JEQUITNHONHA-MINAS GERAIS



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h47
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

O ANTES E O DEPOIS DA FARINHEIRA(fabrica de farinha) DA COMUNIDADE RURAL DE URUÇU-PONTO DOS VOLANTES-MG



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h42
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

Ultimos retoque na construção da fabrica de farinha da Comunidade rural de Uruçu-Ponto dos Volantes-MG, o PREFEITO SOLANO DE BARROS E O TECNICO AGRICOLA DA EMATER-MG JOSE EUGENIO



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h37
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

FABRICA DE FARINHA EM FASE DE ACABAMENTO, COMUNIDADE URUÇU-PONTO DOS VOLANTES -MG



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h31
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

AINDA A ANTIGA FARINHEIRA(fabrica de farinha) DA COMUNIDADE RURAL DE URUÇU-PONTO DOS VOLANTES-MG



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h28
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DESENVOLVIMENTO SUSTENTAVEL

Vistoria do então Prefeiro SOLANO DE BARROS(em memoria)e o lider da comunidade Jose Laurenço, na antiga farinheira da Comunidade Rural de uruçu-Ponto dos Volantes-MG



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h23
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DESENVLOVIMENTO SUSTENTAVEL

 ANTIGA FARINHEIRA DA COMUNIDADE DO URUÇU. PONTO DOS VOLANTES-MG



Categoria: Desenvolvimento
Escrito por tomanoze às 21h18
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PROJETO DE DESENVOLVIMENTO RURAL SUSTENTAVEL, construção de uma Farinheira(fabrica de farinha), na Comunidade de Uruçu, em Ponto dos Volantes-Vale Do Jequitinhonha-MG, na Adminidtração de SOLANO DE BARROS(em memoria)



Escrito por tomanoze às 21h15
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MANIFESTO

 

MANIFESTO

 

A Escola Família Agrícola - EFABONTEMPO de Itaobim-MG, vem sofrendo nos últimos dois anos uma pressão do Padre  Feliche para que a escola deixe de funcionar, alegando que o local onde funciona a escola e de propriedade  da Paróquia portanto sem mais explicação exige que parem todos com funcionamento da escola dizendo que a ESCOLA NÃO TRAZ LUCRO. Realmente a EFABONTEMPO, não trará lucros como ele pensa, lucros que podem encher os seus bolsos, a escola traz LUCRO sim, basta olharmos quantos alunos, filhos de Agricultores Familiares do Vale do Jequitinhonha tiveram a oportunidade de obter conhecimento e educação digna de um cidadão, informe na própria escola e terá informação de alunos que hoje possuem uma ficha exemplar como: Acadêmicos em Faculdades de diversas áreas, Biologia, Educação do Campo e outras; Técnicos funcionários do quadro efetivo Ada EMATER-MG; alunos que se desenvolveram no trabalho em suas propriedades e que hoje vivem muito bem aumentando a renda da família, alunos que já concluíram cursos superiores;  então como e que a escola não da lucro? O que acontece e que o Padre ta implantando uma nova forma de INQUISIÇÃO, onde ele pretende parar o desenvolvimento do Vale do Jequitinhonha, o qual através de seus jovens questionadores e formadores de opinião podem mudara realidade no ValePORTANTO VAMOS JUNTOS DEFENDER A EFABONTEMPO, pois ela a nossa esperança no Vale para podermos mudar esse rotulo de miséria e descriminação. (Este e um desabafo de um admirador da EFABONTEMPO e ex-professor, mesmo que por pouco tempo).

Edemilson Jose Oliveira Barbosa - Técnico em Agrimensura

 



Categoria: INFORMAÇÃO
Escrito por tomanoze às 21h03
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BRASIL, Sudeste, ITINGA, Centro, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, Livros, Música
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